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Regime tributário

Regime Tributário: 6 dicas para escolher o regime tributário ideal para sua empresa

Escolher o regime tributário mais apropriado para a sua empresa nem sempre será uma tarefa fácil. Ainda mais por ser uma decisão que, a curto, médio e longo prazos irá impactar o volume de impostos a ser pago pelo seu negócio. 

Por isso, para ajudá-lo com essa questão, trouxemos 6 dicas bem valiosas e que irão contribuir para a melhor tomada de decisão, visando a saúde financeira da sua empresa.

Regime tributário: qual a melhor opção?

A melhor opção de regime tributário para a sua empresa nem sempre é aquela que lhe parece mais fácil. Para chegar em uma escolha que atenda todas as necessidades do seu negócio é preciso analisar uma série de fatores, considerando o atual cenário do seu empreendimento e assim definir qual é o mais vantajoso.

Desta forma, é muito importante detalhar de forma minuciosa a sua empresa contábil, pois uma escolha errada pode acarretar em diversos prejuízos, incluindo sérios processos fiscais. Portanto:

 1 – Analise todas possibilidades

Antes de optar por um ou outro regime tributário, é preciso entender em qual tipo a sua empresa se encaixa. Isso porque em determinadas situações somente será permitido a adoção do lucro real ou lucro presumido, já em outras, a opção pelo simples nacional não será possível. Com isso, procure se informar detalhadamente do que será possível fazer dentro do seu ramo de atuação para evitar futuras e desagradáveis surpresas.

2 – Entenda a sua margem de lucro

Ah, a liquidez. Muitos empreendedores têm em mente que o mais importante é pensar no faturamento. Embora ele seja fundamental para manter os negócios, estar atento à liquidez da sua empresa é a peça-chave para mantê-la saudável e é ela quem irá contribuir para qual tipo de regime é mais interessante e vantajoso para a sua organização.

3 – Faixa de faturamento bruto: esteja atento

Quando se fala em regime tributário, o primeiro que aparece na cabeça de muitas pessoas é o simples nacional. No entanto, ele nem sempre representa uma boa escolha, isso porque, mesmo sendo menos burocrático e suas alíquotas reduzidas, elas são progressivas.

Já no lucro real e presumido, as porcentagens são fixas – ou seja – a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e o Imposto de Renda sobre a Pessoa Jurídica (IRPJ) são calculados em cima da margem de rendimento. Em outras palavras, escolher um regime que tenha mais burocracia, dependendo do seu tipo de negócio, pode configurar a melhor opção.

Ponto de atenção: prestadores de serviços também devem avaliar as vantagens e desvantagens de cada tipo de regime, visto que os percentuais aplicados nos municípios são muito parecidos aos fixos do Simples Nacional. Portanto, é fundamental prestar atenção em todos os impostos ou no resultado, levando em consideração o faturamento bruto.

4 – Não se esqueça dos créditos tributários

Lucro real ou presumido – qual escolher? Neste cenário, vale a pena estudar a possibilidade de utilização de créditos tributários obtidos com a Contribuição ao Financiamento da Seguridade Social (COFINS) e o Programa de Integração Social (PIS).

Desta forma, se levarmos em consideração a margem de rendimento, e a liquidez e a presunção configurarem números iguais ou muito próximos, a melhor alternativa é o lucro real, já que o valor de impostos será reduzido, representando melhores condições para a empresa.

5 – Carga burocrática

Já em um contexto em que a margem de rendimento é baixa, a melhor alternativa é o lucro real. Entretanto, as obrigações que implicam este tipo de regime podem exigir um funcionário a mais, ou seja, honorários contábeis maiores também. Com isso, antes de escolher, tenha em mente um panorama geral, buscando entender se a economia, na prática, realmente irá existir, ou se será apenas uma troca de custos e aumento de burocracia.

6 – Desoneração: folha de pagamento

Antes de sair pensando em fazer a desoneração da folha de pagamento, entenda se a sua empresa se enquadra neste tipo de lei. Pois, assim que o primeiro pagamento da tributação for feito, infelizmente, não será possível alterar sua modalidade até o fim do exercício. Além disso, é importante ter a consciência de que o desconto pode variar de 1,5% e 4,5% em cima do faturamento bruto.

Agora é só colocar em prática nossas dicas e escolher o regime que melhor se adequa à realidade da sua empresa, aliando economia, facilidade e segurança em todos os processos e etapas. E, caso você ainda tenha alguma dúvida, entre em contato com a nossa equipe e saiba mais sobre o assunto. Será um prazer atender você.

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